Cuidado ao embarcar na moda de dar permissão pra IA gerenciar as pastas do seu computador.


Kagi está tentando.


É oficial. Troquei o Firefox pelo Hellium. Rápido, focado em privacidade, mantido pela empresa que faz a ferramenta de buscas Kagi. A engine é o Chromium. Vamos ver o que acontece.


Bian Eno sobre arte como prática.


Esse é um exemplo de texto útil:

Então você quer experimentar o Linux?

Do Rafael Rigues, que eu não vejo faz séculos.


Não sou exatamente fã do Turnstile nem da Hayley Williams, mas tenho que admitir que a parceria aqui funcionou delícia.


Faz algum sentido.


Não fazia ideia de que existe isso de ativista de prevenção ao burnout.


Meu primeiro instrumento musical

Foi o National ss8000. Tinha uma entrada pra mic e guitarra, que eu usava pra ajambrar vocais e outros sons. Mixava com samples vindos do toca disco. O pause do tape deck era uma lingueta, não um botão. Por isso, era super rápido e também podia ser usado criativamente.


A inocência dos anos 1990

Eu adorava essa música do Murphy’s Law. Na época, não falava inglês direito, não entendia a política dos EUA e sequer tinha acesso às capas dos discos (ouvíamos fitas pirateadas). Ou seja: a música era só sons.

Pra mim, fazia total sentido estar na mesma playlist do Mano Negra.

Ou do Bad Brains (tocando Beatles).


Sobre o treinamento da masculinidade. Às vezes, o YouTube vale a pena. Note as micro expressões do autor. Dá pra ver o quanto o assunto mexe com ele. Isso é que é conteúdo humano.


O espanto da bondade

Os episódios do Pluribus variam muito de qualidade. Estava quase abandonando a série, mas resolvi dar outra chance.

O Ep. 7 é bem interessante (tanto na escrita quanto na direção de arte). É sobre as várias formas de orgulho – facilmente confundido com a ideia de resistência ao poder.

É sobre o espanto do individualismo ao ter que conviver com a bondade, com a compaixão e com um pensamento mais voltado às necessidades coletivas.

Aqui, o heroísmo perde pra vulnerabilidade. Mas por quanto tempo?

Eu queria que a série explorasse mais como funcionaria uma sociedade baseada na colaboração em vez da desconfiança. Mas 90% de chances de que, cedo ou tarde, a história vá descambar pro reforço de que todo mundo é dissimulado e só o individualismo (armado) salva.

Tomara que eu esteja errado.